O mundo anda de pernas para o ar.
E eu, procuro me segurar em algum lugar.
Porque penso que em algum momento todas as convicções se perdem,
todos os pudores morrem, todas as verdades se transformam em mentiras.
Vale mesmo o vinho, que transforma as pessoas e seus sonhos.
Quero mesmo é dizer que não vou morder as pessoas.
Que acredito que a palavra basta.
Que os desejos sinceros se realizam á medida que a vontade permanece.
E eu permaneço.
Inteira, invicta, acreditando que mesmo com tudo fora de lugar, em algum momento as coisas se ajeitam.
Abraço sincero, para os juízes de plantão.
Julgar é tarefa difícil.
Prefiro me abster.
O mundo continua de pernas para o ar e eu tenho muito medo de que o chão não volte para os meus pés.
Mães que detestam filhos, filhos que matam pais, governo que comete homicídio.
Todo dia nasce nova notícia.
Espero que tudo seja apaziguado.
Ando com medo das novidades que virão.
Para todos os assuntos que motivem conhecimento, reflexão, curiosidade e diversão. Escrever sem preocupações...
sábado, 28 de junho de 2014
quarta-feira, 11 de junho de 2014
11/06/14
Estar desacompanhado amanhã não é uma tragédia.
Não creio que seja decepcionante estar sozinho.
Pior é manter relações de aparência, amparadas em comodidade,
pelo simples fato de não suportar a solidão.
E quando digo solidão, falo daquela que temos o tempo todo: a de convivermos com nós mesmos.
Só aceita o outro, quem antes se aceita: entende as próprias fraquezas, perdoa os defeitos que percebe em si e enxerga que, dentro das limitações que se tem, pode encontrar conforto na própria companhia.
Só ama o outro quem primeiro se ama.
Só vale o encontro com o outro se antes alguém já se encontrou.
Há tanta gente perdida na vida, sem saber o que procura que, nunca vai achar o que nem sabe que perdeu.
Muitos engatam uma história na outra apenas para não se sentir sozinho.
Outros procuram incessantemente uma pessoa perfeita, que não existe, e vão, de relação em relação, provando e dispensando o que não se encaixa na idealização.
Há quem ainda viva com medo de encontrar no outro a perdição. Porque amar é se perder.
Não é uma tragédia estar só quando se tem o coração cheio, repleto de boas amizades, de pessoas queridas, de recordações agradáveis e planos e sonhos bonitos.
Tristeza é ser ou estar vazio.
A companhia só conta mesmo quando vem com cumplicidade, entendimento, interação de olhares e projetos, temperados com aquele friozinho na barriga e uma palpitação do bem.
Se assim não for, mesmo acompanhado pode-se sim estar só.
E vazio.
Não creio que seja decepcionante estar sozinho.
Pior é manter relações de aparência, amparadas em comodidade,
pelo simples fato de não suportar a solidão.
E quando digo solidão, falo daquela que temos o tempo todo: a de convivermos com nós mesmos.
Só aceita o outro, quem antes se aceita: entende as próprias fraquezas, perdoa os defeitos que percebe em si e enxerga que, dentro das limitações que se tem, pode encontrar conforto na própria companhia.
Só ama o outro quem primeiro se ama.
Só vale o encontro com o outro se antes alguém já se encontrou.
Há tanta gente perdida na vida, sem saber o que procura que, nunca vai achar o que nem sabe que perdeu.
Muitos engatam uma história na outra apenas para não se sentir sozinho.
Outros procuram incessantemente uma pessoa perfeita, que não existe, e vão, de relação em relação, provando e dispensando o que não se encaixa na idealização.
Há quem ainda viva com medo de encontrar no outro a perdição. Porque amar é se perder.
Não é uma tragédia estar só quando se tem o coração cheio, repleto de boas amizades, de pessoas queridas, de recordações agradáveis e planos e sonhos bonitos.
Tristeza é ser ou estar vazio.
A companhia só conta mesmo quando vem com cumplicidade, entendimento, interação de olhares e projetos, temperados com aquele friozinho na barriga e uma palpitação do bem.
Se assim não for, mesmo acompanhado pode-se sim estar só.
E vazio.
terça-feira, 3 de junho de 2014
Pizza, coca-cola e bolo de chocolate.
E o dia foi cheio.
Cheio de atendimentos.
Lotado de trabalho.
Cheio de gente simples.
Repleto de pessoas legais.
Cheio de agradecimentos sinceros,
de explicações simples,
de despedidas aliviadas.
Um cansaço honesto.
E para coroar a terça cheia,
recebo em casa pessoas queridas com pizza,
coca-cola e bolo de chocolate.
Alegria, descontração e saudade,
trazendo leveza pra minha noite.
E concluo então, que as coisas boas são assim:
disfarçadas de delícias, escondidas nas motivações sem motivo,
sem cobranças, sem prazos; um conforto de abraço,
de uma conversa animada cheia de pessoas alegres
que compartilham alegria, pizza com coca-cola e bolo de chocolate.
Cheio de atendimentos.
Lotado de trabalho.
Cheio de gente simples.
Repleto de pessoas legais.
Cheio de agradecimentos sinceros,
de explicações simples,
de despedidas aliviadas.
Um cansaço honesto.
E para coroar a terça cheia,
recebo em casa pessoas queridas com pizza,
coca-cola e bolo de chocolate.
Alegria, descontração e saudade,
trazendo leveza pra minha noite.
E concluo então, que as coisas boas são assim:
disfarçadas de delícias, escondidas nas motivações sem motivo,
sem cobranças, sem prazos; um conforto de abraço,
de uma conversa animada cheia de pessoas alegres
que compartilham alegria, pizza com coca-cola e bolo de chocolate.
domingo, 1 de junho de 2014
Hoje
Há tempos não via um domingo tão bonito!
Céu azul, quase sem nuvens, temperatura agradável, sol brilhando.
Vi gente curtindo a folga, se divertindo de bicicleta, passeando com amigos, almoçando em família.
Parecia um dia de férias com programação pronta.
Aproveitei então a beleza do dia e agradeci a dádiva de estar viva para vê-lo.
Muitos não tiveram a chance de hoje.
Esqueci que amanhã começa tudo outra vez, que a rotina ás vezes nos massacra e que temos que aceitar certas condições para alcançar, mais adiante, o que se almeja.
Confiei que tudo vai dar certo e agradeci tudo o que teve êxito ou fracassou.
Faz parte subidas e descidas: nenhum caminho é plano.
Então, deixei que o dia lindo fizesse a parte dele: espantasse a preguiça, despistasse as tristezas.
Respirei bem fundo, enchi o peito de coragem e aceitei o presente.
Nem sempre a gente consegue percebê-lo.
Céu azul, quase sem nuvens, temperatura agradável, sol brilhando.
Vi gente curtindo a folga, se divertindo de bicicleta, passeando com amigos, almoçando em família.
Parecia um dia de férias com programação pronta.
Aproveitei então a beleza do dia e agradeci a dádiva de estar viva para vê-lo.
Muitos não tiveram a chance de hoje.
Esqueci que amanhã começa tudo outra vez, que a rotina ás vezes nos massacra e que temos que aceitar certas condições para alcançar, mais adiante, o que se almeja.
Confiei que tudo vai dar certo e agradeci tudo o que teve êxito ou fracassou.
Faz parte subidas e descidas: nenhum caminho é plano.
Então, deixei que o dia lindo fizesse a parte dele: espantasse a preguiça, despistasse as tristezas.
Respirei bem fundo, enchi o peito de coragem e aceitei o presente.
Nem sempre a gente consegue percebê-lo.
sábado, 17 de maio de 2014
Alforria
Eu me dou o direito de ficar na cama mais tempo, curtindo preguiça, quando posso.
Também me permito momentos de total desconexão com o mundo.
Deixo para amanhã o que não tenho vontade de fazer hoje.
Faço agora o que não quero esperar para fazer amanhã.
Peço desculpas, sem vergonha, quando percebo a falta que cometi.
Não tenho problemas em me arrepender.
Mas também não vejo motivo de me desculpar quando sei que a culpa não me pertence.
Acho que posso sim ficar chateada com algumas pessoas e esperar meu coração me dizer quando devo voltar ás boas... Ele sempre volta.
Não aceito o convite se o humor não tiver legal.
Recuso com delicadeza quando percebo que não seria boa companhia.
Acredito que ninguém seja obrigado a encarar caretas de descontentamento por obrigação...
Eu me deixo chorar por raiva, por alegria, por tristeza, por nada.
Tudo que pede liberdade pra fluir eu deixo voar: a voz, o abraço, o beijo, a palavra, a emoção.
Eu me permito gritar na raiva, vez ou outra, porque acredito que extravasar é necessário.
Aceito minhas dúvidas, mudanças de ideia, de planos, de rotas, de alternativas...
Nada é definitivo nesta vida.
Procuro ser o mais realista possível: viver de sonhos causa muita dor!
Mas um pouquinho de esperança adocica os dias!
Fica amargo não ter expectativas pro que virá.
Eu me permito ser chata, mal humorada e emburrada, vez ou outra.
Quem não tem dias ruins?
Eu deixo a vida ir seguindo, levando devagar...
Sem pressa de resultados, mas com fome de respostas... Vai entender?
Mas não adianta cobrar.
Se a gente não se liberta de algumas cobranças, quem poderá nos livrar?
Também me permito momentos de total desconexão com o mundo.
Deixo para amanhã o que não tenho vontade de fazer hoje.
Faço agora o que não quero esperar para fazer amanhã.
Peço desculpas, sem vergonha, quando percebo a falta que cometi.
Não tenho problemas em me arrepender.
Mas também não vejo motivo de me desculpar quando sei que a culpa não me pertence.
Acho que posso sim ficar chateada com algumas pessoas e esperar meu coração me dizer quando devo voltar ás boas... Ele sempre volta.
Não aceito o convite se o humor não tiver legal.
Recuso com delicadeza quando percebo que não seria boa companhia.
Acredito que ninguém seja obrigado a encarar caretas de descontentamento por obrigação...
Eu me deixo chorar por raiva, por alegria, por tristeza, por nada.
Tudo que pede liberdade pra fluir eu deixo voar: a voz, o abraço, o beijo, a palavra, a emoção.
Eu me permito gritar na raiva, vez ou outra, porque acredito que extravasar é necessário.
Aceito minhas dúvidas, mudanças de ideia, de planos, de rotas, de alternativas...
Nada é definitivo nesta vida.
Procuro ser o mais realista possível: viver de sonhos causa muita dor!
Mas um pouquinho de esperança adocica os dias!
Fica amargo não ter expectativas pro que virá.
Eu me permito ser chata, mal humorada e emburrada, vez ou outra.
Quem não tem dias ruins?
Eu deixo a vida ir seguindo, levando devagar...
Sem pressa de resultados, mas com fome de respostas... Vai entender?
Mas não adianta cobrar.
Se a gente não se liberta de algumas cobranças, quem poderá nos livrar?
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Reflexão da quarta
O desânimo de hoje resulta da falta de esperança.
De não ter perspectiva de melhora, de não conseguir enxergar diferente adiante.
É ouvir que a cárie do dente é por causa do antibiótico, da reposição de ferro,
quando, na verdade, a escova de dentes nunca fez parte da vida de qualquer pessoa da família... muito menos a visita ao dentista.
Entender que o "ibupofreno" o "paracetanol" dado ao guri significa completa falta de leitura e interesse pelo que está escrito na receita. E nas linhas da vida.
Assistir parasitose intestinal tomando conta das pessoas, hábitos primordiais de higiene sendo esquecidos.
Perceber que os filhos justificam os auxílios, todas as "bolsas" possíveis...
É não conseguir explicar a importância de uma alimentação saudável porque quem lhe ouve não lhe escuta.
É uma incrível surdez para tudo o que dá trabalho, para o que exige esforço.
É ouvir que não levou para ser atendido antes pois não tinha o dinheiro da passagem.
Que se não conseguir gratuitamente a medicação no posto, fica sem, pois não tem grana pra comprar.
É perceber que a grande massa acha que gastar com remédio e assistência médica é desperdício, embora sempre haja unhas feitas, celular com internet, ipad, iphone, escova progressiva mantendo o cabelo esticado e TV de led em casa pra assistir os jogos da copa.
Minha falta de fé nas pessoas cresce vertiginosamente...
Quando vejo que os bons modos e a educação estão ultrapassados, fora de moda.
Que a cada criança examinada fico mais próximo dos índios que nunca viram a civilização.
Que querer orientar é ser chata.
Que explicar não interessa, entender não faz falta e prevenção então, nem tem razão de existir!
Quando ouço que falta remédio, leito, respirador, sonda, mas principalmente, vontade política de usar o dinheiro de forma certa.
Ás vezes penso que minha função perdeu o sentido.
Não sei de que lado estou nessa batalha.
Então, tenho vontade de juntar minhas coisas, recolher minhas percepções e partir.
domingo, 11 de maio de 2014
Filha da mãe
Aprendi com minha mãe os primeiros passos, as primeiras palavras e o senso de direção.
Mesmo que não se tenha certeza do destino, seguir em frente sempre foi a palavra de ordem.
Minha mãe me ensinou cantar, obedecer, não desanimar e ter responsabilidade com os compromissos firmados.
Prometeu? Tem que cumprir, tem que honrar.
Ensinou que era preciso cuidar (minimamente) de uma casa, pois por mais que não fosse meu objetivo de vida gerenciar uma. Motivo? Para saber mandar, antes é preciso saber fazer.
Aprendi a ser determinada e ir até o fim. A necessidade de conclusão sempre foi cobrança dela.
Acho que aprendi e deu certo.
Aprendi que mentir é feio, que não sou todo mundo, que não importa o que os outros acham e pensam de mim. O que importa é o que eu sei ( e ela sabe) a meu respeito. E só.
Ensinou o valor de uma casa limpa e o prazer d e viver na organização.
Ensinou os primeiros passos na cozinha... Bem, esses eu aprendi pouco. Mas sei que a herança da boa culinária está perdida em algum gen com penetrância pobre e se eu treinar bastante, hei de ser tão boa quanto ela!
Aprendi a bordar, tentei (com galhardia) costurar como ela e ter sua criatividade e diligência. Não foi por falta de exemplo se não deu certo, mãe...
Aprendi com minha mãe que não se responde mal aos mais velhos, que se respeita as leis, que se devolve troco errado, que a violência não vence e que fazer as pazes é sempre o desfecho ideal de qualquer desentendimento.
Minha mãe me ensinou que a família é nosso esteio e que não há fruto sem que antes haja uma raiz.
Que ninguém é perfeito, mas que serei cobrada pela perfeição.
Que ela me ensinava com amor, mas o mundo ensina na dor.
Que nunca haverá alguém à altura dos filhos dela, que eles sempre serão mais inteligentes, bonitos e educados que os filhos do resto do mundo! (Compartilho a opinião!)
Aprendi que "quem tem um, tem nenhum! "
Que "pé de galinha não mata pinto!"
Que "quem sai aos seus não degenera!"
Que bronca não tira pedaço, embora possa doer bastante.
Que apanhar faz parte da vida.
Que vara de goiaba, de manga e cajá podem ser armas perigosas nas mãos de alguém irado!
Aprendi como se sente uma barata frente a uma chinelada, as outras finalidades de um cinto e que a mão que afaga também atinge com força. Só dar bobeira pra saber!
Minha mãe me ensinou que uma pessoa sem fé é uma pessoa sem chão: não permanece em pé.
Ensinou a rezar e agradecer por todas as bênçãos e adversidades que surgem.
Aprendi com ela que prece de mãe chega mais rápido aos ouvidos de Deus e soa como ordem nos ouvidos do Filho.
Mamãe me ensinou a aceitar as diferenças com respeito, que preconceito na minha casa não existe e que o alimento é sagrado. Sempre!
Hoje sei que sou agraciada! Quem poderia no mundo ter uma pessoa com tanto a ensinar de bom assim na vida?
Amo ser filha dessa mãe. Nossas divergências terminam onde o amor nos aproxima.
Mesmo que não se tenha certeza do destino, seguir em frente sempre foi a palavra de ordem.
Minha mãe me ensinou cantar, obedecer, não desanimar e ter responsabilidade com os compromissos firmados.
Prometeu? Tem que cumprir, tem que honrar.
Ensinou que era preciso cuidar (minimamente) de uma casa, pois por mais que não fosse meu objetivo de vida gerenciar uma. Motivo? Para saber mandar, antes é preciso saber fazer.
Aprendi a ser determinada e ir até o fim. A necessidade de conclusão sempre foi cobrança dela.
Acho que aprendi e deu certo.
Aprendi que mentir é feio, que não sou todo mundo, que não importa o que os outros acham e pensam de mim. O que importa é o que eu sei ( e ela sabe) a meu respeito. E só.
Ensinou o valor de uma casa limpa e o prazer d e viver na organização.
Ensinou os primeiros passos na cozinha... Bem, esses eu aprendi pouco. Mas sei que a herança da boa culinária está perdida em algum gen com penetrância pobre e se eu treinar bastante, hei de ser tão boa quanto ela!
Aprendi a bordar, tentei (com galhardia) costurar como ela e ter sua criatividade e diligência. Não foi por falta de exemplo se não deu certo, mãe...
Aprendi com minha mãe que não se responde mal aos mais velhos, que se respeita as leis, que se devolve troco errado, que a violência não vence e que fazer as pazes é sempre o desfecho ideal de qualquer desentendimento.
Minha mãe me ensinou que a família é nosso esteio e que não há fruto sem que antes haja uma raiz.
Que ninguém é perfeito, mas que serei cobrada pela perfeição.
Que ela me ensinava com amor, mas o mundo ensina na dor.
Que nunca haverá alguém à altura dos filhos dela, que eles sempre serão mais inteligentes, bonitos e educados que os filhos do resto do mundo! (Compartilho a opinião!)
Aprendi que "quem tem um, tem nenhum! "
Que "pé de galinha não mata pinto!"
Que "quem sai aos seus não degenera!"
Que bronca não tira pedaço, embora possa doer bastante.
Que apanhar faz parte da vida.
Que vara de goiaba, de manga e cajá podem ser armas perigosas nas mãos de alguém irado!
Aprendi como se sente uma barata frente a uma chinelada, as outras finalidades de um cinto e que a mão que afaga também atinge com força. Só dar bobeira pra saber!
Minha mãe me ensinou que uma pessoa sem fé é uma pessoa sem chão: não permanece em pé.
Ensinou a rezar e agradecer por todas as bênçãos e adversidades que surgem.
Aprendi com ela que prece de mãe chega mais rápido aos ouvidos de Deus e soa como ordem nos ouvidos do Filho.
Mamãe me ensinou a aceitar as diferenças com respeito, que preconceito na minha casa não existe e que o alimento é sagrado. Sempre!
Hoje sei que sou agraciada! Quem poderia no mundo ter uma pessoa com tanto a ensinar de bom assim na vida?
Amo ser filha dessa mãe. Nossas divergências terminam onde o amor nos aproxima.
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