Nem tudo é o que parece ser.
Nem toda informação veiculada pela mídia é verdadeira.
Nem toda história pode ser na realidade como foi contada.
Uma foto postada pela metade, uma frase interrompida, um parágrafo não editado pode mudar radicalmente a informação.
Troca-se então de sujeito, de predicado e de complemento.
E quem é réu, torna-se vítima. O algoz, vira refém.
Anda circulando a informação de que um médico cubano foi afastado de suas atividades após ter prescrito dose errada de medicação a uma criança.
A informação é esta. Resta saber de onde ela foi obtida e como.
Alguém viu a receita de forma completa? Ou foi divulgada apenas em parte?
Será que as gotas prescritas não eram a dose do dia inteiro e não apenas de uma tomada?
Será que alguém ouviu a defesa do médico?
O responsável pelo paciente foi questionado em relação ao atendimento que foi prestado e dúvidas sobre o esclarecimento do receituário?
Fica fácil fazer julgamentos quando se tem apenas parte do contexto.
Mais fácil ainda pôr o dedo em riste e apontar o erro do outro.
Não defendo médico cubano nem brasileiro.
Cada qual que responda por si e pelas suas competências (ou falta delas).
Na verdade, somos todos nós vítimas de uma política de saúde fracassada: a população, o médico brasileiro e o cubano.
Talvez ele, o médico cubano, seja vitimizado mais vezes: pelo país de origem e pelo nosso.
E a população, pelo governo e pelas partes que se enfrentam querendo vantagens a qualquer custo.
Julgar pela aparência, por ouvir dizer, por conversas de terceiros nunca foi um caminho seguro.
Vale a pena ouvir com atenção e depois, entender qual a verdade dos fatos.
Vender jornal com informações distorcidas é um bom prato para quem aceita engolir qualquer coisa.
Para todos os assuntos que motivem conhecimento, reflexão, curiosidade e diversão. Escrever sem preocupações...
domingo, 24 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Gente que brilha
Gosto de gente que brilha!
Não porque ofusca o outro,
mas por liberar de si uma luz tão plena que ilumina o que fica em torno.
Gosto de gente que fala o que pensa, sem tentar a todo custo agradar os ouvintes.
Sinceridade honesta, sem grosseirias, sem animosidade, sem desafetos.
Gosto de gente de fala aberta, riso espontâneo, ideias novas e mirabolantes, cheias de graça e leveza.
Gente que não curte o almoço, mas mesmo assim come sem reclamar ou fazer careta.
Gente que não precisa de álcool nem drogas pra sair de si e curtir a festa.
Gosto de quem compra a briga alheia, só porque se compadeceu da causa do outro.
Gosto de quem dorme quando sente vontade, e quando a vontade falta, respeita a própria inércia e vive feliz assim mesmo...
Gosto de quem ri de si próprio.
Que ouve música em volume alto, canta junto e se diverte sem a presença de mais alguém.
Gosto de quem resolve seus problemas sem importunar o mundo.
Gosto de gente educada, sem formalidade excessiva.
Gentil, sem ser quadrada;
firme sem ser hostil;
decidida sem ser autoritária;
persistente sem ser teimosa;
autoconfiante sem ser arrogante.
Gosto de gente que brilha!
Que transforma trevas em luz,
que faz do dia um propósito e do sono um momento de sonho.
Gosto de gente que mantém a essência de sempre apesar do tempo e das vicissitudes.
Gosto de humor: bom ou ruim, mas presente!
Gente sem sal e nem tempero não dá!
Não dá pra passar pelo mundo sem deixar rastro,
sem colorir o muro do trajeto, sem registrar presença por onde se passa.
Não dá pra não fazer barulho, viver escondido, encolhido, de sombras ou penumbras.
Não da´pra ser invisível, muito menos viver fingindo para agradar gregos e troianos, fulanos e sicranos.
Por isso gosto de gente que brilha!
A estrela dá sinal.
Não porque ofusca o outro,
mas por liberar de si uma luz tão plena que ilumina o que fica em torno.
Gosto de gente que fala o que pensa, sem tentar a todo custo agradar os ouvintes.
Sinceridade honesta, sem grosseirias, sem animosidade, sem desafetos.
Gosto de gente de fala aberta, riso espontâneo, ideias novas e mirabolantes, cheias de graça e leveza.
Gente que não curte o almoço, mas mesmo assim come sem reclamar ou fazer careta.
Gente que não precisa de álcool nem drogas pra sair de si e curtir a festa.
Gosto de quem compra a briga alheia, só porque se compadeceu da causa do outro.
Gosto de quem dorme quando sente vontade, e quando a vontade falta, respeita a própria inércia e vive feliz assim mesmo...
Gosto de quem ri de si próprio.
Que ouve música em volume alto, canta junto e se diverte sem a presença de mais alguém.
Gosto de quem resolve seus problemas sem importunar o mundo.
Gosto de gente educada, sem formalidade excessiva.
Gentil, sem ser quadrada;
firme sem ser hostil;
decidida sem ser autoritária;
persistente sem ser teimosa;
autoconfiante sem ser arrogante.
Gosto de gente que brilha!
Que transforma trevas em luz,
que faz do dia um propósito e do sono um momento de sonho.
Gosto de gente que mantém a essência de sempre apesar do tempo e das vicissitudes.
Gosto de humor: bom ou ruim, mas presente!
Gente sem sal e nem tempero não dá!
Não dá pra passar pelo mundo sem deixar rastro,
sem colorir o muro do trajeto, sem registrar presença por onde se passa.
Não dá pra não fazer barulho, viver escondido, encolhido, de sombras ou penumbras.
Não da´pra ser invisível, muito menos viver fingindo para agradar gregos e troianos, fulanos e sicranos.
Por isso gosto de gente que brilha!
A estrela dá sinal.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Relações na rede
Creio que deveria funcionar assim: a pessoa escreve algo ou posta foto em rede social
e se alguém, que faça parte da relação de contatos, não gostasse do conteúdo,
não concordasse com o contexto ou simplesmente não simpatizasse com o post,
passaria adiante, como se não tivesse visto aquilo em momento algum da vida.
Se não existe o botão pra "não curtir" significa que quem não curte fica mesmo no silêncio.
Ou, ao menos, deveria ficar.
Nenhum comentário impertinente deveria ser feito.
Nenhum comentário negativo deveria ser escrito.
Não gostou, ignore, passe adiante, olhe através.
Não curte o que a pessoa escreve? Exclua dos contatos.
Acha que o conteúdo escrito por você não deveria ser lido por alguém específico? Bloqueie.
Não entendo o motivo da contestação gratuita.
Não sei o motivo do descontentamento alheio pelo o que o outro escreve.
Não está feliz com a publicação das redes? Retire seu cadastro.
Não quer mais ler o que "fulano" posta? Retire dos seus contatos.
Acredito que seja mais honesto e menos indelicado agir assim.
Não sei por que tanta dor e comoção com a vida do outro.
Se o elogio não é sincero, melhor não fazê-lo.
Não precisar criticar se não for do seu gosto.
Nunca vi tanta agressividade grátis nem tanto dedo em ferida.
Privacidade em rede social não existe mesmo.
Mas respeito, obrigatoriamente, deve existir em quaisquer relações.
Mesmo que elas sejam virtuais.
e se alguém, que faça parte da relação de contatos, não gostasse do conteúdo,
não concordasse com o contexto ou simplesmente não simpatizasse com o post,
passaria adiante, como se não tivesse visto aquilo em momento algum da vida.
Se não existe o botão pra "não curtir" significa que quem não curte fica mesmo no silêncio.
Ou, ao menos, deveria ficar.
Nenhum comentário impertinente deveria ser feito.
Nenhum comentário negativo deveria ser escrito.
Não gostou, ignore, passe adiante, olhe através.
Não curte o que a pessoa escreve? Exclua dos contatos.
Acha que o conteúdo escrito por você não deveria ser lido por alguém específico? Bloqueie.
Não entendo o motivo da contestação gratuita.
Não sei o motivo do descontentamento alheio pelo o que o outro escreve.
Não está feliz com a publicação das redes? Retire seu cadastro.
Não quer mais ler o que "fulano" posta? Retire dos seus contatos.
Acredito que seja mais honesto e menos indelicado agir assim.
Não sei por que tanta dor e comoção com a vida do outro.
Se o elogio não é sincero, melhor não fazê-lo.
Não precisar criticar se não for do seu gosto.
Nunca vi tanta agressividade grátis nem tanto dedo em ferida.
Privacidade em rede social não existe mesmo.
Mas respeito, obrigatoriamente, deve existir em quaisquer relações.
Mesmo que elas sejam virtuais.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Não era pra ser assim
Chorei sim, mas foi de raiva.
Raiva de mim mesma, antes de qualquer outra pessoa.
Ódio imenso da retidão!
Raiva por fazer o certo, por chegar na hora, não inventar desculpas,
por cumprir meu trabalho, ser educada e tratar a todos de forma educada e lisonjeira.
Raiva por não empurrar minhas funções pra outros, por cumprir horário e por, principalmente, não conseguir fazer aquilo que é errado.
Num mundo de espertalhões, onde levar vantagem é lei, ser correto é mico.
É ser usado e manipulado por quem deseja ter benefícios ás custas de outros, com o mínimo de trabalho ou empenho.
Há quem tenha raiva e esmurre a porta, dê socos na parede, desça mão em quem aparecer na frente, grite, urre e esperneie.
Cada qual na sua forma de extravasar.
Eu chorei.
Como uma criança que roubaram o brinquedo, como uma surra que não foi merecida, como um castigo com destinatário errado.
Não me envergonhei de chorar.
Mas tive vergonha de fazer o certo.
Porque recebo punição por agir corretamente.
Porque pago a conta da mesa ao lado.
Porque fico triste em perceber que o valor pelo certo não existe.
Mundo torto, de gente louca.
Mas assim caminha humanidade, infelizmente.
Não vou ganhar nenhum brinde, prêmio ou mérito por fazer a minha parte.
Nem acho que a obrigação deva ser premiada.
Mas ontem me odiei por fazer o certo e me senti extremamente infeliz.
Consciência tranquila? Sempre tive. Ás custas do peito amarrotado de mágoas.
Não era pra ser assim.
Raiva de mim mesma, antes de qualquer outra pessoa.
Ódio imenso da retidão!
Raiva por fazer o certo, por chegar na hora, não inventar desculpas,
por cumprir meu trabalho, ser educada e tratar a todos de forma educada e lisonjeira.
Raiva por não empurrar minhas funções pra outros, por cumprir horário e por, principalmente, não conseguir fazer aquilo que é errado.
Num mundo de espertalhões, onde levar vantagem é lei, ser correto é mico.
É ser usado e manipulado por quem deseja ter benefícios ás custas de outros, com o mínimo de trabalho ou empenho.
Há quem tenha raiva e esmurre a porta, dê socos na parede, desça mão em quem aparecer na frente, grite, urre e esperneie.
Cada qual na sua forma de extravasar.
Eu chorei.
Como uma criança que roubaram o brinquedo, como uma surra que não foi merecida, como um castigo com destinatário errado.
Não me envergonhei de chorar.
Mas tive vergonha de fazer o certo.
Porque recebo punição por agir corretamente.
Porque pago a conta da mesa ao lado.
Porque fico triste em perceber que o valor pelo certo não existe.
Mundo torto, de gente louca.
Mas assim caminha humanidade, infelizmente.
Não vou ganhar nenhum brinde, prêmio ou mérito por fazer a minha parte.
Nem acho que a obrigação deva ser premiada.
Mas ontem me odiei por fazer o certo e me senti extremamente infeliz.
Consciência tranquila? Sempre tive. Ás custas do peito amarrotado de mágoas.
Não era pra ser assim.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Eu tenho orgulho!
Eu tenho orgulho!
De cada bronca que levei por responder de forma agressiva aos mais velhos que me cercavam.
De cada troco errado que minha mãe me fazia devolver a diferença.
De cada palavra feia que fui obrigada a engolir e devolver um pedido de desculpas.
De cada aula que compareci, mesmo não me sentindo muito bem, porque não queria faltar.
De cada compromisso que me fizeram honrar, para que hoje eu tivesse seriedade e responsabilidade para com meu trabalho.
De cada puxão de orelha por não tratar bem um coleguinha diferente de mim.
De cada abraço obrigado que dei em meus irmãos depois de uma briga para fazer as pazes.
Tenho muito orgulho!
De sempre respeitar quem era mais velho que eu, mesmo percebendo que a lucidez ás vezes faltava.
De não revidar a agressão, de não usar de violência, mas de responder á altura, quando fosse necessário.
Orgulho de cada amizade que fiz na infância.
De cada bom momento e crise da adolescência.
Dos finais de semana e feriados escondida em casa estudando pro vestibular.
De mais e mais finais de semana e feriados que a faculdade me consumiu.
Orgulho de cada prova e perrengue que a Universidade me fez passar pra me tornar gente.
De cada nota de prova, de não saber "colar", de conseguir o resultado por mérito próprio.
Orgulho dos pacientes que atendi e que me disseram um "obrigado" sincero e um "fica com Deus" mais sincero ainda.
Tenho orgulho de cumprir minha carga horária, não fazer esquemas, detestar mentiras e não agradar por agradar.
Eu tenho orgulho de rezar de noite e dormir com a consciência tranquila de que fiz o melhor que podia.
De ter dúvidas e inseguranças, chorar sozinha no quarto e querer sair sem rumo, quando não consigo achar as respostas...
Orgulho da minha fé e da minha religião, que embora feita de homens pecadores, busca a luz, que é Jesus.
Orgulho de ser recebida de volta onde já trabalhei com abraços e sorrisos sinceros.
Orgulho de não aceitar o que não posso fazer, sem ter vergonha por isso.
Orgulho da minha história, da minha família e de tantas outras pessoas que contribuíram de forma direta ou não para que ela se transformasse pouco a pouco.
Orgulho é um pecado que encabeça tantos outros...
Mas ás vezes penso que pode ser uma forma de ver a vida com mais brio e galhardia.
De cada bronca que levei por responder de forma agressiva aos mais velhos que me cercavam.
De cada troco errado que minha mãe me fazia devolver a diferença.
De cada palavra feia que fui obrigada a engolir e devolver um pedido de desculpas.
De cada aula que compareci, mesmo não me sentindo muito bem, porque não queria faltar.
De cada compromisso que me fizeram honrar, para que hoje eu tivesse seriedade e responsabilidade para com meu trabalho.
De cada puxão de orelha por não tratar bem um coleguinha diferente de mim.
De cada abraço obrigado que dei em meus irmãos depois de uma briga para fazer as pazes.
Tenho muito orgulho!
De sempre respeitar quem era mais velho que eu, mesmo percebendo que a lucidez ás vezes faltava.
De não revidar a agressão, de não usar de violência, mas de responder á altura, quando fosse necessário.
Orgulho de cada amizade que fiz na infância.
De cada bom momento e crise da adolescência.
Dos finais de semana e feriados escondida em casa estudando pro vestibular.
De mais e mais finais de semana e feriados que a faculdade me consumiu.
Orgulho de cada prova e perrengue que a Universidade me fez passar pra me tornar gente.
De cada nota de prova, de não saber "colar", de conseguir o resultado por mérito próprio.
Orgulho dos pacientes que atendi e que me disseram um "obrigado" sincero e um "fica com Deus" mais sincero ainda.
Tenho orgulho de cumprir minha carga horária, não fazer esquemas, detestar mentiras e não agradar por agradar.
Eu tenho orgulho de rezar de noite e dormir com a consciência tranquila de que fiz o melhor que podia.
De ter dúvidas e inseguranças, chorar sozinha no quarto e querer sair sem rumo, quando não consigo achar as respostas...
Orgulho da minha fé e da minha religião, que embora feita de homens pecadores, busca a luz, que é Jesus.
Orgulho de ser recebida de volta onde já trabalhei com abraços e sorrisos sinceros.
Orgulho de não aceitar o que não posso fazer, sem ter vergonha por isso.
Orgulho da minha história, da minha família e de tantas outras pessoas que contribuíram de forma direta ou não para que ela se transformasse pouco a pouco.
Orgulho é um pecado que encabeça tantos outros...
Mas ás vezes penso que pode ser uma forma de ver a vida com mais brio e galhardia.
sábado, 7 de setembro de 2013
A morte do Português.

Todos os dias ele morre um pouquinho.
Doença crônica que definha devagar.
Se assisto e não me manifesto, é omissão de socorro.
Diante deste fato, resolvi me manifestar.
Minha ajuda é uma tentativa de resgate.
Humilde, sem grandes pretensões.
Mas acredito que qualquer ajuda seja bem vinda
para salvar nosso amigo português querido.
Então, vamos lá?
"Agente" é substantivo masculino e adjetivo; significa aquele que é encarregado dos negócios de outra pessoa; preposto, mandatário: agente de seguros, agente imobiliário.
Já " a Gente", substantivo feminino, significa quantidade de pessoas; povo, multidão, população. Ex: A gente sabe que o agente de trânsito de não estava na rua. Ok?
Excesso (sim, se escreve com x, depois, c e no fim ss) significa aquilo que está a mais, quantidade que ultrapassa os limites comuns e ordinários de alguma coisa. Sobrou!
Já Exceção, não é um excesso grande. Tem outro significado: ação ou efeito de excetuar, afastamento de um padrão já estabelecido; ruptura. Ou seja, toda regra, tem sua exceção.
Sobrinho é o filho do seu irmão ou irmã; Portanto, sUbrinho não existe. Verbete não encontrado nos dicionários.
Diversão se escreve com S. Não é divertido escrever com Ç no lugar.
Abraço, é com Ç mesmo. Com SS perde a ternura.
Feliz, termina com Z no fim. Logo, infeliz, também termina igual.
Infelicidade gigantesca quando o S aparece no lugar...
Sessão, assim com SS, significa tempo de duração de um espetáculo (ex, sessão das dez) ou empregado na realização de cada fase de um trabalho.
Já Seção, assim com Ç, pode ter um monte de significados: efeito de cortar ou seccionar algo, parte de uma obra literária, departamento, escritório, segmento.
Logo, segmento (com g mudo) é uma parte de um todo. Seguimento (com ui após o g) é o ato de seguir algo ou alguém ou dar continuidade a alguma coisa.
O pronome pessoal ME, refere-se a MIM. O pronome pessoal SE á terceira pessoa do singular. Logo, eu ME sinto, você SE sente, e por aí vai...
De repente é separado e significa subitamente, rapidamente, de supetão.
Devagar se escreve junto. Vagarosamente, lentamente e sem pressa.
Em vez de, equivale a "no lugar de".
Invés de (assim mesmo, com S), quer dizer ao contrário, o avesso; lado oposto ao normal.
Anteontem, advérbio de tempo, significa antevéspera do dia em que se está.
Antes de ontem pode ser qualquer dia que tenha sido antes de ontem, inclusive mês passado.
Quis (do verbo querer) é com S, assim como quiser.
Já Trazer é com Z mesmo. Atrás, termina com S e trouxe é com X. Não sejamos trouxas.
Atrasado também tem S. Escrever com Z é perder tempo.
Arraso é com S; Logo, arrasado também o é. Fico pra morrer quando vejo um Z voando!
Por que, assim separado, vem em perguntas e significa "por qual motivo".
Porque juntinho expressa a causa, equivalendo a "visto que" ou "pois", o motivo, a razão, ou encerra uma explicação. Costuma aparecer nas respostas das perguntas.
Se vier no fim da frase de uma pergunta, ganha acento. Por quê?
Porque o português é assim! Há vários outros porquês, (Esclarecimento de um fato), mas não vale a pena entrar no âmago (cerne; a parte mais íntima de uma coisa,essência) da questão!
Não menos importante ( lembrando que menas não existe), quando quero mais- advérbio que significa quantidade, ideia (sem acento) de soma, uso o I; mas -significando porém, entretanto, todavia- quando tenho a ideia de adversidade, de contrariedade é sem o I mesmo.
Por fim, quando se respira de forma breve numa frase, usamos uma vírgula (,) para significar a pausa da leitura. Se a pausa for longa ou mudarmos de assunto, usamos o ponto simples (.). Se perguntamos algo, interrogamos (?) e se estamos surpresos (com s), extasiados (com X e s depois), espantados ou felizes, exclamação (!).
Perda de tempo é escrever errado! Não perca seu tempo! Vamos nos atualiZar!
"Ou ficar á Pátria livre ou morrer pelo Brasil"
Sete de setembro não é um feriado qualquer.
Acredito que seja praticamente um retiro espiritual.
Um momento único de reflexão sobre o país em que vivemos,
como desejamos que ele seja e o que faremos para que a realidade se transforme.
Não há motivos de comemoração, porque não há independência para se festejar.
Não há liberdade raiando no horizonte do Brasil.
Vivemos numa ditadura que se disfarça de República.
Temos governantes que outorgam suas decisões e somos obrigados a aceitar, sem questionamentos, as mudanças que são impostas.
Moramos num país que se diz livre, mas que revida com violência as manifestações públicas.
Temos liberdade de expressão, mas toda vez que a expressão desagrada alguém, somos convidados a retirar, excluir ou modificar o motivo da insatisfação.
Podemos falar e fazer o que quisermos, desde quer não macule a imagem pura e santa do país, ilibada por tanta honestidade e perfeição.
País livre que faz com que a população viva presa em casa, atrás das grades, porque a violência das ruas é gigantesca e limita o direito de ir e vir com segurança.
País independente e democrata, que subsidia o Socialismo e compactua com o trabalho escravo.
Independência que condena seus filhos á ignorância por manter um sistema de educação fraco e de estatísticas maquiadas. Onde não existe reprovação nem evasão escolar, mas também não há aprendizado.
País que trata seu filhos como servos.
Nação de expectativas reduzidas para o povo, saúde doente, justiça injusta, grandes gastos com poucos e muita falta de recursos para uma multidão.
País de ginásios lindos e hospitais feios.
Escolas caindo aos pedaços, professores mal remunerados, policiais e bombeiros franciscanos (que vivem de caridade), jovens drogados, adolescentes marginais, população ignorante e votos de cabresto.
Cento e noventa e um anos se passaram e continuamos colônia, massa de domínio alheia, mão de obra barata explorada por uns poucos.
Brava gente que não é assim tão brava, que prefere não se indispor, mas que pouco a pouco vem percebendo que o "temor servil" não resolve os problemas.
Filhos da Pátria que não são tratados de forma gentil.
Hoje é dia de pensar em mudanças concretas a curto e longo prazos.
Dia de pensar que " a Pátria livre" deve ser mais honesta, que a corrupção deve ser banida e o povo mais bem tratado.
Que "morrer pelo Brasil" signifique dar á vida por uma causa nobre da nação e não perdê-la de forma torpe e vil, como se assiste todos os dias pelo país afora, na tv.
Que colocar a nação no eixo seja motivo de empenho.
Que tenhamos orgulho da nossa terra e do nosso povo e que a independência de fato se concretize.
Ergamos nossas espadas e iniciemos a revolução!
Acredito que seja praticamente um retiro espiritual.
Um momento único de reflexão sobre o país em que vivemos,
como desejamos que ele seja e o que faremos para que a realidade se transforme.
Não há motivos de comemoração, porque não há independência para se festejar.
Não há liberdade raiando no horizonte do Brasil.
Vivemos numa ditadura que se disfarça de República.
Temos governantes que outorgam suas decisões e somos obrigados a aceitar, sem questionamentos, as mudanças que são impostas.
Moramos num país que se diz livre, mas que revida com violência as manifestações públicas.
Temos liberdade de expressão, mas toda vez que a expressão desagrada alguém, somos convidados a retirar, excluir ou modificar o motivo da insatisfação.
Podemos falar e fazer o que quisermos, desde quer não macule a imagem pura e santa do país, ilibada por tanta honestidade e perfeição.
País livre que faz com que a população viva presa em casa, atrás das grades, porque a violência das ruas é gigantesca e limita o direito de ir e vir com segurança.
País independente e democrata, que subsidia o Socialismo e compactua com o trabalho escravo.
Independência que condena seus filhos á ignorância por manter um sistema de educação fraco e de estatísticas maquiadas. Onde não existe reprovação nem evasão escolar, mas também não há aprendizado.
País que trata seu filhos como servos.
Nação de expectativas reduzidas para o povo, saúde doente, justiça injusta, grandes gastos com poucos e muita falta de recursos para uma multidão.
País de ginásios lindos e hospitais feios.
Escolas caindo aos pedaços, professores mal remunerados, policiais e bombeiros franciscanos (que vivem de caridade), jovens drogados, adolescentes marginais, população ignorante e votos de cabresto.
Cento e noventa e um anos se passaram e continuamos colônia, massa de domínio alheia, mão de obra barata explorada por uns poucos.
Brava gente que não é assim tão brava, que prefere não se indispor, mas que pouco a pouco vem percebendo que o "temor servil" não resolve os problemas.
Filhos da Pátria que não são tratados de forma gentil.
Hoje é dia de pensar em mudanças concretas a curto e longo prazos.
Dia de pensar que " a Pátria livre" deve ser mais honesta, que a corrupção deve ser banida e o povo mais bem tratado.
Que "morrer pelo Brasil" signifique dar á vida por uma causa nobre da nação e não perdê-la de forma torpe e vil, como se assiste todos os dias pelo país afora, na tv.
Que colocar a nação no eixo seja motivo de empenho.
Que tenhamos orgulho da nossa terra e do nosso povo e que a independência de fato se concretize.
Ergamos nossas espadas e iniciemos a revolução!
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