Seria deveras agradável compreender.
Dificuldade em saber o que a vida me mostra,
o que na vida se mostra, assim, tão perto, pra mim.
Sinto-me cega: olhos colados para os fatos.
Sinto-me mutilada: sem tato para perceber
o que a vista embaçada não deixa enxergar.
Sinto-me burra: não sei ler o que se escreve sem palavas, sem escrita.
O desenho vai surgindo. Apenas ouço o som do rabisco, mas não entendo.
O que está sendo pintado? Não consigo ver!
Não sei empunhar o lápis para definir o desenho.
Nem sequer vislumbro a forma que toma conta do papel...
Precisava antecipar a próxima etapa, mas não sei como e nem aonde ir.
Seria bom compreender: meus impulsos, ou a falta deles; minha mansidão quase apática, meus desejos de descanso, de fuga repentina; meu descaso, minha falta de projetos, a ojeriza pelo domínio; essa forma sempre correta de querer resolver o mundo.
Continuo então cega e sem rumo.
Qual será a parte de amanhã?
Para todos os assuntos que motivem conhecimento, reflexão, curiosidade e diversão. Escrever sem preocupações...
domingo, 3 de abril de 2011
Indignada
Ando pouco inspirada.
Engolida por papéis, prazos
e um cansaço enorme, sem precedentes.
Tentando entender por quê tanta injustiça,
tanto desperdício e falta de bom senso.
Acredito que vou permanecer na tentativa, sem descobrir a causa.
Desanimada com o comodismo de muitos.
Desacreditada pela má fé de tantos outros.
Aterrorizada por gente que se orgulha de tirar proveito da desgraça alheia,
que vive de aplicar golpes (alguns de proporções gigantescas),
sabendo que causa sofrimento e ruína em tantas casas...
Assistindo ás notícias do caos da saúde pública- mesmo não sendo novidade para mim-
e sentindo vergonha alheia...
Vergonha pelos políticos que constrõem projetos e obras que não beneficiam a população,
que apenas servem pra fingir que o atendimento acontece....
Vergonha pelo profissional de saúde que se esquece de que lida com gente e se embrutece pela banalização do mau atendimento...
Vergonha por aquele que faz esquema, que trabalha menos do que é necessário e ainda acha que está no direito de reclamar...
Tristeza por ver gente que recebe, mas não trabalha.
Que faz da malandragem projeto de vida!
Aborrecida por ver tantos moradores de ruas, consumidores de drogas perdendo saúde, família e amigos nas pedras das bocas.
Vergonha por aquele que contrata parentes, que engorda o próprio salário,
que mente descaradamente, jurando que é inocente...
Entristecida por um sistema penitenciário fraco, que demora em seus julgamentos,
amontoa presos, condena erroneamente muitas vezes,
e liberta quem deveria permanecer trancado.
Cansada de ouvir reclamações que não tenho como resolver,
de ouvir queixas que não serão sanadas por mim,
de ver gente tão jovem querendo uma forma fácil de vencer na vida,
sem trabalho e empenho na maior parte das vezes...
Gostaria de entender qual é o padrão?
O que molda os tempos de hoje?
Tenho certeza de que estou por fora.
Peixe nadando contra a correnteza: assim!
Ando me questionando como será daqui a alguns anos...
Tenho medo da piora. Muito medo.
Porque mesmo a propaganda dizendo que os bons são maioria,
ainda não consegui ver a maioria vencer.
Esta é minha indignação.
Engolida por papéis, prazos
e um cansaço enorme, sem precedentes.
Tentando entender por quê tanta injustiça,
tanto desperdício e falta de bom senso.
Acredito que vou permanecer na tentativa, sem descobrir a causa.
Desanimada com o comodismo de muitos.
Desacreditada pela má fé de tantos outros.
Aterrorizada por gente que se orgulha de tirar proveito da desgraça alheia,
que vive de aplicar golpes (alguns de proporções gigantescas),
sabendo que causa sofrimento e ruína em tantas casas...
Assistindo ás notícias do caos da saúde pública- mesmo não sendo novidade para mim-
e sentindo vergonha alheia...
Vergonha pelos políticos que constrõem projetos e obras que não beneficiam a população,
que apenas servem pra fingir que o atendimento acontece....
Vergonha pelo profissional de saúde que se esquece de que lida com gente e se embrutece pela banalização do mau atendimento...
Vergonha por aquele que faz esquema, que trabalha menos do que é necessário e ainda acha que está no direito de reclamar...
Tristeza por ver gente que recebe, mas não trabalha.
Que faz da malandragem projeto de vida!
Aborrecida por ver tantos moradores de ruas, consumidores de drogas perdendo saúde, família e amigos nas pedras das bocas.
Vergonha por aquele que contrata parentes, que engorda o próprio salário,
que mente descaradamente, jurando que é inocente...
Entristecida por um sistema penitenciário fraco, que demora em seus julgamentos,
amontoa presos, condena erroneamente muitas vezes,
e liberta quem deveria permanecer trancado.
Cansada de ouvir reclamações que não tenho como resolver,
de ouvir queixas que não serão sanadas por mim,
de ver gente tão jovem querendo uma forma fácil de vencer na vida,
sem trabalho e empenho na maior parte das vezes...
Gostaria de entender qual é o padrão?
O que molda os tempos de hoje?
Tenho certeza de que estou por fora.
Peixe nadando contra a correnteza: assim!
Ando me questionando como será daqui a alguns anos...
Tenho medo da piora. Muito medo.
Porque mesmo a propaganda dizendo que os bons são maioria,
ainda não consegui ver a maioria vencer.
Esta é minha indignação.
sábado, 26 de março de 2011
Se assiste BBB, não leia...
Outra superbobagem nacional no ar.
E o povo decide, qual mau exemplo de educação, caráter e índole deve ficar muito rico outra vez.
Apologia ao vício ( cigarros, anabolizantes, bebida alcoólica...), nudez, erotização das relações, burrice e hipocrisia voltam ao lar de milhares de brasileiros.
Acredito que esse tipo de situação aconteça diariamente em vários lares, diversas casas e que o mundo seja mais duro e cruel do que se possa imaginar. Mas divulgar pela tv o que se pretende deixar encoberto, já é outra história...
Não se mostra o que é feio e se esconde o que é errado, não por pudor ou falsos valores;
mas sim, para evitar que a banalização do erro aconteça e que as pessoas achem normal a conduta inadequada.
Sabemos que o vício existe, que a postura ruim se apresenta, mas aceitar calado que isso visite nossas casas todos os dias de forma vil e burra é ser conivente, é ter parte no precesso.
Não acredito que exista alguém perfeito, sem vícios, sem deslizes. Acredito nas pessoas que trabalham honestamente pelo seu sustento e que se empenham em acertar, mesmo que o caminho passe pelo erro.
Exposição gratuita de falta de valores não contribui para o fim da miséria, para a educação da população, para o afastamento dos vícios. È apenas a ilusão de que a sorte é a chance da vitória.
Sorte de ser convocado, de ser ou não votado, de ser ou não aceito...
A sorte só é chance de vitória se vier acompanhada de responsabilidades e de um alicerce valioso chamado família.
Sem isso, não adianta ganhar milhões. O espírito continua pobre.
E o povo decide, qual mau exemplo de educação, caráter e índole deve ficar muito rico outra vez.
Apologia ao vício ( cigarros, anabolizantes, bebida alcoólica...), nudez, erotização das relações, burrice e hipocrisia voltam ao lar de milhares de brasileiros.
Acredito que esse tipo de situação aconteça diariamente em vários lares, diversas casas e que o mundo seja mais duro e cruel do que se possa imaginar. Mas divulgar pela tv o que se pretende deixar encoberto, já é outra história...
Não se mostra o que é feio e se esconde o que é errado, não por pudor ou falsos valores;
mas sim, para evitar que a banalização do erro aconteça e que as pessoas achem normal a conduta inadequada.
Sabemos que o vício existe, que a postura ruim se apresenta, mas aceitar calado que isso visite nossas casas todos os dias de forma vil e burra é ser conivente, é ter parte no precesso.
Não acredito que exista alguém perfeito, sem vícios, sem deslizes. Acredito nas pessoas que trabalham honestamente pelo seu sustento e que se empenham em acertar, mesmo que o caminho passe pelo erro.
Exposição gratuita de falta de valores não contribui para o fim da miséria, para a educação da população, para o afastamento dos vícios. È apenas a ilusão de que a sorte é a chance da vitória.
Sorte de ser convocado, de ser ou não votado, de ser ou não aceito...
A sorte só é chance de vitória se vier acompanhada de responsabilidades e de um alicerce valioso chamado família.
Sem isso, não adianta ganhar milhões. O espírito continua pobre.
Sozinho?
A música diz que "é impossível ser feliz sozinho".
Mas, será que estamos mesmos sozinhos?
O vizinho ao lado insiste em lembrar que a solidão não faz parte das nossas vidas.
O barulho da família dele me torna parte do cotidiano sem reservas.
A festa de hoje na área comum do prédio também serve pra dizer que não estou sozinha.
Pelo contrário: diante de tanta confusão, se eu descer e me infiltrar, tenho certeza que faço parte do contexto sem esforço...
Moro sozinha, mas meus pais passam temporadas comigo... Sozinha? Quando?
Meus irmãos e sobrinhos também curtem bons momentos por aqui. Não tem ninguém sozinho por aqui...
Eu passo mais tempo fora de casa que dentro.
E, diante de tanta interação, com tanta gente diferente, não dá pra se sentir sozinha.
Com a internet funcionando, quem pode se sentir isolado?
O mundo adentra seu quarto e fica assim, muito simples, não ser só.
Quer fugir do mundo virtual? È só ler um bom livro.
Fazer parte da história não permite que esteja sozinho.
Se o trabalho lhe acompanha, com certeza não estará sozinho.
Acho que teremos que modificar a frase: é quase mesmo impossível ser sozinho!
Mas, será que estamos mesmos sozinhos?
O vizinho ao lado insiste em lembrar que a solidão não faz parte das nossas vidas.
O barulho da família dele me torna parte do cotidiano sem reservas.
A festa de hoje na área comum do prédio também serve pra dizer que não estou sozinha.
Pelo contrário: diante de tanta confusão, se eu descer e me infiltrar, tenho certeza que faço parte do contexto sem esforço...
Moro sozinha, mas meus pais passam temporadas comigo... Sozinha? Quando?
Meus irmãos e sobrinhos também curtem bons momentos por aqui. Não tem ninguém sozinho por aqui...
Eu passo mais tempo fora de casa que dentro.
E, diante de tanta interação, com tanta gente diferente, não dá pra se sentir sozinha.
Com a internet funcionando, quem pode se sentir isolado?
O mundo adentra seu quarto e fica assim, muito simples, não ser só.
Quer fugir do mundo virtual? È só ler um bom livro.
Fazer parte da história não permite que esteja sozinho.
Se o trabalho lhe acompanha, com certeza não estará sozinho.
Acho que teremos que modificar a frase: é quase mesmo impossível ser sozinho!
domingo, 6 de março de 2011
Intuição feminina
Às vezes me pergunto: porque a intuição feminina não resolve tudo?
È verdade!
Veja que bom seria, se a intuição metamorfoseada fosse praticamente um superpoder,
que ajudasse a prever o que viria pela frente?
Seria a glória!
Desde a oportunidade de trabalho ao relacionamento que está começando.
Do sapato que daria calo até a opinião da sogra a seu respeito.
Seria uma intuição misturada com premonição, assim, bem de leve...
Sem paranormalidades, sem vidência.
Apenas aquele instinto que aguça a mente e fala ao ouvido: não vai prestar; acho melhor trocar; vamos fazer diferente...
Seria uma bênção!
Enquanto essa intuição poderosa não surge pela evolução simples da espécie,
continuamos quebrando a cabeça...
Alguém tem mais alguma idéia de prevenir danos?
È verdade!
Veja que bom seria, se a intuição metamorfoseada fosse praticamente um superpoder,
que ajudasse a prever o que viria pela frente?
Seria a glória!
Desde a oportunidade de trabalho ao relacionamento que está começando.
Do sapato que daria calo até a opinião da sogra a seu respeito.
Seria uma intuição misturada com premonição, assim, bem de leve...
Sem paranormalidades, sem vidência.
Apenas aquele instinto que aguça a mente e fala ao ouvido: não vai prestar; acho melhor trocar; vamos fazer diferente...
Seria uma bênção!
Enquanto essa intuição poderosa não surge pela evolução simples da espécie,
continuamos quebrando a cabeça...
Alguém tem mais alguma idéia de prevenir danos?
Mais do Pedroca
Pedro é assim: de dicionário próprio, de definições convictas, de pensamento rápido.
Dia desses, me pediu para contar uma história - que eu já havia lido e relido centenas de vezes para ele. Falei que ele mesmo podia ver a revista porque já conhecia a historinha.
Ele respondeu:
- Mas eu não sei ler!
Retruquei:
- Por esse motivo é que você deve ir para a escola. Lá, a Tia ensina a ler, escrever, contar...
(Aproveitei o momento para incentivar a tão sofrida ida ao colégio)
Imediatamente:
_ Mas eu já fui várias vezes e não aprendi nada!
Comecei a rir...
Dias depois , veio me contar entusiasmado que a Tia da escola pediu para que eles colocassem a ficha com a letra correspondente ao próprio nome e que ele colocou o P de Pedro ( que ele já reconhece há muito!) no lugar certo. Dei "parabéns" empolgado e confirmei que de agora em diante só coisas mais difíceis para ele aprender.
Perguntou:
- Mas por que coisas difíceis? Por que fáceis não?
Ri outra vez...
...
Outro dia me perguntou quais atividades eu fazia na minha escola.
Tentei explicar de forma fácil que eu não era aluna, era professora, e que ensinava os alunos a atender as crianças, ouvir o coração, a respiração, medir a temperatura...
Perguntou:
- Mas como você põe o termômetro se não tem ninguém com febre lá?
E completou:
- A Tia lá na escola tem um termômetro para colocar no braço quando a gente tá com febre...
E como chama o Tio da portaria da sua escola?
Nem pude responder... Não tenho idéia do nome do segurança da entrada!
E para completar as justificativas infinitas para ficar em casa e não ir a escola, depois de 2 dias em casa por estar febril, adiantou:
_ Mas como posso ir para escola se estou tossindo???
Noutros tempos dizia: o portão ainda não abriu, a tia não vai chegar, os colegas não vão para a escola ou, simplesmente, hoje é folga!
Este é o Pedroca.
Dia desses, me pediu para contar uma história - que eu já havia lido e relido centenas de vezes para ele. Falei que ele mesmo podia ver a revista porque já conhecia a historinha.
Ele respondeu:
- Mas eu não sei ler!
Retruquei:
- Por esse motivo é que você deve ir para a escola. Lá, a Tia ensina a ler, escrever, contar...
(Aproveitei o momento para incentivar a tão sofrida ida ao colégio)
Imediatamente:
_ Mas eu já fui várias vezes e não aprendi nada!
Comecei a rir...
Dias depois , veio me contar entusiasmado que a Tia da escola pediu para que eles colocassem a ficha com a letra correspondente ao próprio nome e que ele colocou o P de Pedro ( que ele já reconhece há muito!) no lugar certo. Dei "parabéns" empolgado e confirmei que de agora em diante só coisas mais difíceis para ele aprender.
Perguntou:
- Mas por que coisas difíceis? Por que fáceis não?
Ri outra vez...
...
Outro dia me perguntou quais atividades eu fazia na minha escola.
Tentei explicar de forma fácil que eu não era aluna, era professora, e que ensinava os alunos a atender as crianças, ouvir o coração, a respiração, medir a temperatura...
Perguntou:
- Mas como você põe o termômetro se não tem ninguém com febre lá?
E completou:
- A Tia lá na escola tem um termômetro para colocar no braço quando a gente tá com febre...
E como chama o Tio da portaria da sua escola?
Nem pude responder... Não tenho idéia do nome do segurança da entrada!
E para completar as justificativas infinitas para ficar em casa e não ir a escola, depois de 2 dias em casa por estar febril, adiantou:
_ Mas como posso ir para escola se estou tossindo???
Noutros tempos dizia: o portão ainda não abriu, a tia não vai chegar, os colegas não vão para a escola ou, simplesmente, hoje é folga!
Este é o Pedroca.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Pensamentos do dia
Hoje flagrei meu pensamento solto,
dando voltas sobre ele mesmo.
Naquele momento descontraído de pensar por pensar,
sem ter ordem nem pressa,
nem convicção, nem respostas.
Ouvi frases repetidas, por pessoas diferentes, em situações diversas
e isto talvez fosse o motivo do vôo...
Lembrei que em breve alcanço a casa 30
e que a cronologia ainda não anda fazendo sentido.
Não tenho cara, porte e nem pose de tal.
Por isso o sentimento de nulidade para o número...
Recordei também que, quando era criança,
determinava, na imaginação gigante que sempre tive,
datas, idades, épocas e momentos para que cada situação importante acontecesse.
Não tinha sequer a idéia do que seria de mim alguns anos depois;
mas tinha resolvido quando e como cada mudança aconteceria.
Acordava sendo aeromoça; na metade do dia era professora;
rapidamente possuía um banco, tinha vários funcionários;
ao fim da tarde era taxista; dormia manequim de passarela
e acordava cantora no dia seguinte.
Meu primeiro namorado seria depois dos 15 anos ( e realmente foi... bem depois!),
casaria aos 23 e teria filhos aos 25.
Aos 30, já teria família constituída, digna de propaganda de margarina,
emprego estável, boa remuneração, férias anuais com direito a viagens longas...
Enfim: a vida estaria pronta! Com ou sem fama, mas tranquila e feliz!
Hoje, olho para trás e me enxergo do mesmo tamanho.
Mantendo a mesma cara de antes, usando os mesmos vestidos,
falando as mesmas bobagens, rindo de nada, chorando por tudo...
Parece que o tempo não passou!
Não sei ainda o que penso sobre o casamento.
Não tenho prazo estimado para ele.
Filhos fazem parte de um futuro que ainda não vislumbrei.
E a família de propaganda de margarina não existe mais nem na propaganda!
O trabalho me envolve e me faz melhor, mas ainda não traz o mérito desejado...
As férias e as viagens longas ainda são projetos que insistem em ser apenas projetos.
Não existe data marcada para nada.
Nada estará pronto!
Porque supõe-se que o pronto está parado, estagnado, não anda mais.
E parar é morrer, é secar.
Não tenho idéia de tempo.
Nem imagino qual será o cardápio de amanhã...
Mas é bom sentir que ainda sou a mesma menina de antes,
que a imaginação continua voando e que a alma não tem idade.
Nem de 10, nem de 20, nem de 30.
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